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Como criar boas experiências em vários pontos de contato com a marca?

Como criar boas experiências em vários pontos de contato com a marca?

De fato, o futuro do marketing será uma contínua mistura entre os universos online e offline. Os consumidores de hoje têm acesso tanto às mídias tradicionais quanto às contemporâneas — que acabam se complementando no processo de compra.

O principal desafio das empresas nesse cenário é garantir que a experiência dos consumidores seja integrada nos diferentes pontos de contato em que eles estão presentes.

Sabemos que a maior parte das pessoas valoriza e acredita mais nas indicações de familiares e amigos do que nas comunicações de marketing de uma empresa. Sendo assim, a melhor maneira de conquistar clientes verdadeiramente dispostos a recomendar uma marca, é investindo na sua experiência.

Por essa razão, apresentamos a seguir algumas das práticas mais recomendadas para desenvolver experiências relevantes em vários pontos de contato com a marca. Confira!

Conheça definitivamente a sua persona

Atualmente, quanto mais específica uma marca é na sua comunicação, maiores são as chances de ela se tornar relevante e captar o interesse do seu público. Para tanto, é preciso conhecer profundamente os objetivos e desafios do seu comprador ideal.

Caso contrário, nenhuma estratégia será efetiva o suficiente para criar experiências memoráveis dos consumidores com a empresa. Somente com as informações comportamentais dessas pessoas é possível traçar estratégias bem-sucedidas e que agreguem valor a todas as fontes de interação com a marca.

Saiba ouvir o seu cliente

Todas as reclamações, sugestões e opiniões dos consumidores em torno de uma empresa são excelentes sinais para o aprimoramento. Se antes as marcas acreditavam que a inovação acontecia de dentro para fora, hoje a situação é muito diferente. O mercado fornece as ideias e as empresas absorvem esses insights para criação de vantagem competitiva.

Por isso, ouvir os clientes é fundamental para entender como melhorar o atendimento, o relacionamento, enfim, todos os processos do negócio que envolvem o contato com os consumidores.

Um exemplo disso é o uso dos chatbots para atendimento virtual. Os seus clientes podem retornar à empresa sinalizando que as questões não estão sendo devidamente resolvidas por meio dessa assistência.

Esse retorno é uma oportunidade valiosa de repensar a maneira como o atendimento tem sido realizado e buscar novas possibilidades. Afinal, sabemos que clientes satisfeitos propagam o seu sentimento para a sua rede de contatos. Com isso, a marca atrai cada vez mais potenciais clientes e aumenta consideravelmente não só a retenção como a atração de consumidores.

Personalize a experiência

Em tempos de alta conectividade, a profundidade das relações entre marcas e consumidores tem se tornado fator de diferenciação. E esse envolvimento é potencializado com uso da tecnologia. Isto é, a personalização da comunicação é um dos caminhos promissores para criar uma experiência única no contato com as marcas.

Uma das maneiras de fazer isso é a utilização do Big Data para extrair dados preciosos sobre os clientes e, com isso, proporcionar interações mais relevantes.

A individualização também pode ocorrer por meio de dados ainda mais minuciosos sobre os hábitos de compra dos consumidores. Outro exemplo são os softwares de automação que permitem identificar as interações dos consumidores em diferentes conteúdos da marca para classificá-los.

Desse modo, é possível detectar os consumidores que estão mais propensos à compra ou aqueles que ainda precisam ser educados por meio de outros conteúdos. Assim, as ações da marca serão coerentes com o comportamento que o consumidor apresenta. Consequentemente, as possibilidades de alcançar resultados efetivos são muito maiores.

Entenda que menos é mais

A tecnologia é realmente uma aliada indispensável no aprimoramento das experiências nos diferentes pontos de contato com o consumidor. Ela permite a automatização de muitos processos, o que certamente otimiza tempo. Ou seja, com esse suporte é possível ter uma equipe de vendas mais enxuta e ainda assim, melhorar o processo de aquisição de clientes.

No exemplo anterior, falamos sobre a automação e como é possível constatar as pessoas que estão mais próximas da decisão de compra por meio dela. Com isso, os vendedores direcionam seus esforços na atração de consumidores que já sinalizaram uma predisposição para a compra. Portanto, o comercial evita a perda de tempo e otimiza os seus resultados.

Fortaleça o relacionamento com os clientes

Sem dúvidas a experiência de compra é uma das mais relevantes para os consumidores. No entanto, mais importante do que o ato de comprar é o pós-venda, pois transformar um cliente em defensor da sua marca requer ainda mais esforço.

A gamificação é uma excelente estratégia para aumentar o engajamento com os consumidores e fidelizar clientes. Os programas de fidelidade que estimulam o acúmulo de pontos são um exemplo desse método. Além de incentivar a competição, os princípios de jogos recompensam os clientes e têm se mostrado altamente eficazes na criação de um relacionamento contínuo.

Essa ferramenta é considerada uma das melhores opções na retenção dos clientes, pois tira proveito do desejo humano de atingir metas ainda mais altas e ser reconhecido por suas realizações. A classificação dos clientes em diferentes níveis é uma estratégia muito interessante.

Vamos imaginar que os clientes mais recorrentes estarão em um patamar mais elevado e, por isso, terão acesso exclusivo aos novos produtos que serão lançados. Ou ainda, terão acesso à ofertas e descontos especiais antes que as novidades sejam comunicadas ao mercado.

Assim, eles se sentirão importantes e valorizados e, com certeza, consumidores altamente satisfeitos têm mais chances de defender e recomendar a marca para cada vez mais pessoas.

Concluindo, essa técnica de gamificação é ótima para conduzir os consumidores da compra à defesa de marca. E sabemos que as recomendações das pessoas são ainda muito valiosas e determinantes para a tomada da decisão de compra.

É fato que garantir a satisfação dos clientes nunca foi tão importante quanto nos dias de hoje. Diante do cenário em que vivemos, as empresas que de fato colocam os consumidores como centro de qualquer estratégia de comunicação e marketing são as mais promissoras.

Neste artigo, apresentamos algumas das estratégias mais eficientes na criação de experiências memoráveis nos variados pontos de contato com a marca.

Para começar a aplicar estas ações, é importante ter profissionais capacitados aliados à automatização de processos. Se você ainda não sabe por onde começar, fale com a gente e entenda como podemos ajudar o seu negócio!

5 perguntas que todo gestor de marketing deve fazer a si mesmo

5 perguntas que todo gestor de marketing deve fazer a si mesmo

Sabemos que o marketing é um dos setores mais importantes no alcance dos objetivos de um negócio. Ele conecta estratégias desde o desenvolvimento da marca até o relacionamento com os clientes atuais. No entanto, alguns profissionais se perdem diante desse cenário agitado por tantas mudanças.

De fato, essa área requer bastante dinamismo, pois tudo muda muito rápido — principalmente com relação às tecnologias e ao comportamento do consumidor. Por essa razão, é preciso estar constantemente atualizado sobre esse universo.

Para ajudar nessa tarefa, separamos algumas das principais perguntas que todo gestor de marketing precisa saber. Continue a leitura e confira!

1. Como divulgar minha empresa?

Os gestores precisam compreender que os universos online e offline reúnem diversas oportunidades de interação com os consumidores.

A tendência é que essa integração entre os dois mundos seja cada vez mais frequente para garantir uma melhor experiência ao consumidor. Por isso, as mídias digitais e tradicionais devem ser consideradas em qualquer plano de marketing da marca.

Isto é, além de apostar na internet como um meio para se conectar com o seu público, é interessante investir em ações convencionais de marketing. O investimento em eventos é um exemplo de como o ambiente offline ainda pode ser muito promissor para algumas empresas.

Portanto, não se esqueça de pensar sobre o caminho que os consumidores percorrem a partir do momento que conhecem a sua marca até se transformarem em clientes fiéis. É nesse trajeto que a empresa precisa marcar presença por meio dos mais diversos pontos de contato com o seu público.

2. Quem é o meu público ideal?

Um dos maiores equívocos cometidos por vários gestores de marketing é definir as ações sem antes entender profundamente quem é o público da marca.

Dessa forma, a empresa acaba atraindo pessoas que não têm potencial e nem interesse nos produtos e serviços oferecidos. Além de perder tempo, a organização desperdiça dinheiro para atrair quem não vai se tornar cliente do seu negócio.

Para evitar que isso aconteça, é necessário identificar com clareza o perfil do comprador ideal.

Se for possível, é até interessante criar uma persona que engloba as características demográficas e comportamentais do cliente mais compatível com o negócio. Ou seja, procure entrevistar os principais clientes atuais para constatar as características semelhantes e traçar o personagem que será o alvo das suas ações de marketing.

Assim, as chances de as estratégias trazerem resultados positivos são ainda mais expressivas. Afinal de contas, ao conhecer detalhadamente a sua persona será possível criar conteúdos específicos e anúncios que de fato despertam o interesse das pessoas certas para o seu negócio.

3. Quais são os meus diferenciais?

Ter um diferencial valioso é um fato que está ligado ao posicionamento de mercado que a empresa decide adotar. É como ter uma assinatura que faz com que a marca seja reconhecida pelos aspectos inusitados que ela tem.

Para responder a essa pergunta, é preciso avaliar os principais concorrentes e entender o que pode ser feito pela sua marca de forma diferente e atrativa.

De repente, o serviço ou o produto tem um resultado único, o negócio tem ingredientes diferentes ou, ainda, a empresa tem conquistas impressionantes. Um exemplo disso seria um negócio que foi o primeiro a vender em 10 países.

É preciso vender uma experiência e não somente o que o produto ou serviço faz em si.

Portanto, procure identificar os aspectos que tornam o seu negócio exclusivo. Dessa maneira, a empresa pode, inclusive, cobrar mais caro que os demais concorrentes, já que oferece algo distinto no mercado.

4. Como reduzir custos sem afetar o marketing?

É comum ainda encontrarmos empresas que, em momentos difíceis, consideram a interrupção do investimento em marketing. Porém, sabemos que nesses períodos esse é um dos setores que merecem mais atenção.

É por meio das ações de marketing que a marca conseguirá atrair cada vez mais clientes e, consequentemente, elevar a receita do negócio.

É importante que a empresa tenha um planejamento bem estruturado que identifique claramente os objetivos e as metas pretendidas. Assim, a marca terá condições de identificar o que precisa ser aprimorado e as ações que devem ser eliminadas, evitando o investimento desnecessário em táticas que não trazem retorno.

Outra forma de reduzir gastos sem prejudicar o marketing é potencializar a presença digital e investir em anúncios mais específicos nas redes sociais, por exemplo.

O investimento será mais acessível do que nos veículos de massa e os resultados também são facilmente mensurados, o que possibilita alterar uma campanha mesmo que ela ainda esteja em andamento e aumentar o retorno sobre o investimento.

5. Como fidelizar os clientes atuais?

Sabemos que captar novos clientes é fundamental para o sucesso do negócio. No entanto, fidelizar é ainda mais importante. O fato é que um cliente muito satisfeito pode se tornar um verdadeiro defensor da marca.

Isto é, os consumidores que estão encantados por uma empresa têm mais possibilidades de recomendá-la a outras pessoas.

Portanto, investir na fidelização também é uma fonte para aquisição de clientes. Para começar uma estratégia de relacionamento, é preciso ter o máximo de informações sobre os clientes da empresa. Um software CRM pode ajudar muito nesse processo.

Outra ferramenta essencial para fidelizar clientes é o e-mail marketing. Por meio dele, a marca poderá divulgar os próximos eventos, ofertas especiais e, até mesmo, parabenizar um cliente pelo seu aniversário. Esse canal é uma ótima alternativa para criar engajamento com os consumidores e se aproximar ainda mais dos clientes.

A gamificação para programas de fidelidade é uma técnica que também tem feito muito sucesso. Com esse método, os clientes se sentem encorajados a acumular pontos que podem ser trocados por outros produtos e serviços.

Para motivar os consumidores, existem níveis dentro dos programas com alguns privilégios. Quanto mais altos, maiores são os benefícios oferecidos aos clientes.

Neste artigo, ressaltamos algumas das principais perguntas para gestor de marketing que você precisa saber. Que tal continuar acessando o nosso conteúdo? Então, assine a nossa newsletter e fique por dentro de todas as novidades do mercado de marketing e comunicação.

Descubra como fazer o diagnóstico assertivo da sua marca

Descubra como fazer o diagnóstico assertivo da sua marca

Você já parou para pensar no que os seus clientes acham sobre a sua empresa? Pois é, compreender seus sentimentos e posicionamento em relação à sua marca é essencial. Para descobrir essas informações, você precisa realizar um diagnóstico de marca.

Atualmente, as empresas possuem um olhar intenso sobre o perfil e comportamento dos clientes, contudo, acabam esquecendo de olhar para si, se afastando de sua essência.

Aqui, falaremos sobre a importância de se fazer um diagnóstico de marca, como fazê-lo e quais são seus benefícios. Confira!

A importância de se entender sua marca

Muito além de investir em campanhas de publicidade e de marketing para ganhar visibilidade, as empresas precisam compreender qual a visão de seus públicos de interesse (clientes, investidores, fornecedores, colaboradores e sociedade) sobre ela.

A marca de uma empresa é muito mais que um logotipo, um site ou uma publicidade no ponto de vendas. Ela é tudo aquilo que remete a ela. Inclusive a percepção que seus públicos possuem a seu respeito e o que a diferencia de seus concorrentes, seja na maneira de agir ou em suas crenças e valores. Entender quem é a sua marca, o que ela pensa, diz e faz é fundamental para que se possa trabalhar suas estratégias de forma assertiva e, assim, alcançar bons resultados. Uma marca é um dos ativos mais valiosos de sua empresa. Quando trabalhada de forma correta, seu valor aumenta e, consequentemente, sua margem de lucro é expandida.

Pare e pense: será que a Coca-Cola e a Apple seriam tão valiosas assim sem os investimentos em suas marcas? É óbvio que não.

A todo esse trabalho de posicionamento de marca dá-se o nome de branding (ou gestão de marca). Por meio dele, a empresa buscará explicitar suas crenças e valores, fixar-se na mente se seus públicos e, proporcionar experiências únicas aos seus clientes.

Por meio delas, a empresa estabelece uma conexão muito forte com seus públicos, gerando identificação com suas crenças e causas que, futuramente, culminarão em sua fidelização.

Contudo, para realizar um branding de sucesso, é preciso muita pesquisa e planejamento. Afinal, é preciso compreender sua situação atual para, então, definir onde se deseja chegar. Para isso, é preciso realizar um diagnóstico de marca.

Como fazer um diagnóstico de marca assertivo

Apesar de ser algo que demanda uma boa dose de tempo, a realização de um diagnóstico de marca não é algo impossível de se fazer. Tudo o que você precisa é de muita pesquisa e dedicação. Confira, a seguir, os itens que devem ser levados em conta nesse processo.

Investigação interna

O primeiro passo para um diagnóstico de marca é uma investigação interna. Busque compreender todos os seus pontos positivos e negativos, afinal, assim como uma pessoa, as empresas também possuem suas fraquezas e falhas. Reconhecer e aceitar essas deficiências quanto empresa é fundamental, pois é nelas que você encontrará oportunidades de melhorias.

Assim como em uma consulta médica, é preciso despir-se e relatar seus problemas. Esse é o único modo de se chegar a um diagnóstico preciso e encontrar uma “cura”. Para isso, é preciso analisar a cultura organizacional da empresa (missão, visão e valores) e verificar o quanto ela está internalizada por sua equipe.

Após essa análise, é necessária a realização de uma pesquisa de clima para avaliar o nível de satisfação de seus colaboradores, que são o público mais importante de uma empresa.

Nela, busque compreender as razões de cada uma das respostas pois, muitas vezes, você poderá descobrir problemas que você nem sabia que existiam.

Busque também descobrir qual é o nível de conhecimento das equipes sobre os objetivos da empresa. Descubra o quanto são leais a ela, seu nível de comprometimento e o quanto acreditam que a empresa está alinhada ao mercado.

Posicionamento de mercado

Uma vez que você já conhece a sua empresa a fundo, é preciso verificar como ela se posiciona no mercado e em relação aos seus concorrentes.

Nessa etapa, avalie quais são os seus diferenciais e quais os motivos que levam um cliente a comprar de sua empresa e não de seus concorrentes. Para isso, é preciso realizar uma pesquisa de opinião com eles.

Além da pesquisa de opinião, é importante realizar um benchmarking entre a sua empresa e seus concorrentes para identificar quais são os pontos fortes de cada um.

Personalidade de marca

Como a sua empresa se porta e se comunica no mercado? Assim como uma pessoa se diferencia das demais por sua personalidade, uma empresa também precisa ter uma forma única de se expressar e agir. Existem empresas que possuem um perfil mais irreverente, como a Netflix. Contudo, esse mesmo tom não seria bem-visto em um escritório de advocacia, onde se espera uma atitude mais séria.

Defina a personalidade de sua marca com base em sua cultura organizacional e no perfil de seus públicos. Desse modo, sua maneira de se relacionar com eles será muito mais assertiva, inclusive nas redes sociais.

Pontos de contato e mensagens-chave

Aqui, você deverá avaliar todos os pontos de contato entre a empresa e seus públicos, entendendo onde, quando e de que maneira eles ocorrem. É preciso, ainda, identificar quais são as mensagens-chave utilizadas para incentivar e iniciar esses contatos.

A análise desses pontos permitirá a empresa compreender de que maneira acontecem os relacionamentos com seus públicos. Além disso,  identificar pontos críticos de controle e avaliar a efetividade das mensagens em suas comunicações.

Lembre-se que a empresa possui diversos públicos e que cada um possui um perfil único. Logo, as mensagens precisam ser adequadas a cada um deles e a cada canal de comunicação.

Plano de ação

Com a análise devidamente realizada, você será capaz de traçar um plano de ações para estabelecer ou reposicionar sua empresa no mercado. Para isso, a execução de ações de relacionamento e a promoção do engajamento de seus públicos com as causas de sua marca é fundamental.

Um plano de ação exige um certo nível de expertise sobre o assunto, principalmente quando a empresa busca se reposicionar no mercado, por isso, é fundamental que a empresa conte com a parceria de uma agência capacitada para a realização desse tipo de trabalho. Ela possui profissionais com experiência para a realização de um diagnóstico de marca assertivo e a elaboração de ações que se enquadrem em suas necessidades.

Quer fazer um diagnóstico de marca para a sua empresa, mas não sabe por onde começar? Entre em contato com a gente e descubra como podemos ajudá-lo!

Customer insights: conhecendo o cliente e criando valor

Customer insights: conhecendo o cliente e criando valor

O customer insights busca compreender as motivações, valores e os desejos dos consumidores. Todos esses elementos somados geram um conjunto de sentimentos importantes para a tomada de decisão e também para fazer a oferta perfeita.

Atualmente, as empresas lidam com uma mudança cada vez maior no comportamento do cliente, o que torna um desafio entender as preferências do consumidor, já que isso se altera em uma velocidade impressionante.

Mas para que você possa entender melhor como o customer insights funciona e como utilizá-lo para ganhar uma excelente vantagem competitiva, continue a leitura e veja a explicação:

Pesquisa do público-alvo

Na teoria, parece simples entender que para descobrir as preferências do público é preciso fazer uma boa segmentação. Porém, na prática, é diferente e faz com que muitas empresas não consigam realizar essa pesquisa da forma correta.

Quando falamos em pesquisa hoje em dia, as fontes são diversas: redes sociais e sites de avaliações de serviços são algumas das mais utilizadas. Elas ajudam a entender de que forma o seu público se comunica, o que está pensando no momento e até as reações que estão tendo em relação a algumas movimentações do mercado.

Esse mapeamento pode inclusive ser estendido para fontes improváveis como o site do seu concorrente, por exemplo. Se ele está na mesma área de atuação que a sua, entender o que o público dele está pensando também é uma forma de entender como os consumidores desse nicho agem.

Customer Insights

No customer insights é necessário que, além de ter boas fontes de obtenção de dados, elas sejam de qualidade. Caso contrário, será apenas um amontoado de informações que terão pouca utilidade e tornarão o trabalho complexo.

Uma maneira excelente de fazer isso é utilizando as principais ferramentas de atendimento, especialmente aquelas que geram o primeiro contato entre empresa e consumidor, como o call center, o e-mail e o chat do site. O atendimento presencial também pode ser incluído nesse grupo.

Isso se explica porque os funcionários que trabalham com esses recursos têm um contato diário com os consumidores e estão em uma posição privilegiada para observar determinados comportamentos. Além disso, a obtenção de alguns dados importantes faz parte da operação deles, o que pode ser bem útil na análise de informações.

Para tirar melhor proveito disso, é interessante motivar esses colaboradores a obterem e repassarem esses insights. Uma solução bacana é criar um programa no setor que facilite essa captação, bem como a socialização dessas informações. A qualificação e a conscientização de que essa prática é fundamental para a empresa crescer são os dois pilares principais para que isso funcione.

Troca constante de informações

Além dos setores que fazem o primeiro atendimento, há outros que conseguem observar insights interessantes. Dentre eles, podemos citar o setor de vendas, marketing e até mesmo a ouvidoria (caso a sua empresa tenha uma).

Porém, além de obter informações de forma separada, é essencial que haja uma troca de informações entre os setores. E mais do que isso, essa prática deve ser constante, ou seja, fazer parte da cultura organizacional.

A diversidade das informações ajuda a explicar melhor essa importância. O vendedor externo observa algumas realidades diferentes do analista de mídias sociais. A equipe do call center normalmente observa coisas que o setor de marketing não observa e vice-versa. As impressões da equipe de atendimento presencial podem ser diferentes daquelas obtidas pela equipe de atendimento online.

Esses fatores mostram que a quantidade de informações é imensa e que essa troca ajuda a complementar ideias, gerar novas e também a fazer um filtro adequado dos dados que realmente importam.

Aplicação dos insights

Após entender o que é o customer insights e as melhores formas de obter essas informações, é preciso entender como aplicar insights.  Essa é a segunda etapa do processo e de extrema relevância para que todo o trabalho de captação possa ser justificado.

Esses insights obtidos têm várias utilidades para criar ações que possam alavancar os resultados. Veja alguma delas a seguir:

Campanhas mais eficientes

Todas as campanhas publicitárias e/ou de marketing digital possuem riscos. Mas com os dados do costumer insights eles podem ser minimizados. Pode-se através desses dados gerar ações mais acertadas e que “conversem” melhor com o público-alvo.

Melhorias nos produtos e serviços

Talvez um dos pilares fundamentais em qualquer negócio, a qualidade dos produtos e serviços pode ser aprimorada com base nos insights obtidos, eles retratam os desejos e necessidades dos consumidores.

Qualificação na forma de abordagem

A abordagem de vendas pode estar errada ou até mesmo sendo feita de maneira inconveniente. Obter informações diretamente do público a respeito disso é fundamental para qualificá-la.

Implementação ou qualificação do pós-venda

Caso sua empresa não tenha um pós-venda, certamente o customer insigths mostrará o quão importante é contar com esse recurso. Se a sua empresa já possuir um, ele mostrará quais pontos devem ser melhorados.

Mais eficiência na comunicação

O fracasso em determinadas ações está ligado, entre outros fatores, à ineficiência da comunicação. Por isso, é fundamental utilizar o customer insights para melhorar o uso das ferramentas comunicativas e assim criar um processo interativo melhor entre empresa e cliente, o que ajuda a gerar mais vendas e a fidelizar o público

Experiências online melhores

A qualidade da navegação é imprescindível para proporcionar uma boa experiência ao público. Um site lento ou que não seja otimizado para dispositivos móveis está na direção contrária da busca por bons resultados. Então, é importante dar voz aos clientes para entender como está sendo essa experiência. A partir disso, é possível qualificar os pontos fortes e melhorar aqueles que estão tendo um desempenho abaixo do esperado.

Geração de novos negócios

Esse é talvez o ponto mais interessante para quem deseja expandir a sua atuação e também os meios de operação. Os insights obtidos por essa estratégia ajudam a ter ideias para novos negócios. E o mais importante: negócios conectados com os interesses do seu público.

Por meio desse panorama, você pôde entender o que significa customer insights e como utilizá-lo de forma prática e eficiente.

Agora, que tal ajudar outras pessoas a terem acesso a essas informações? É simples! Compartilhe este artigo nas redes sociais e contribua para expandir o conhecimento!

Consultoria estratégica de marketing: 5 benefícios para a sua empresa

Consultoria estratégica de marketing: 5 benefícios para a sua empresa

Sem dúvidas, muitos empresários ainda se sentem perdidos quando o assunto é a criação de estratégias de marketing. Isso acontece devido às mudanças constantes que o mercado atravessa e, especialmente, às transformações no comportamento dos consumidores.

Muitas vezes, ter uma equipe interna de marketing não é suficiente para gerar resultados satisfatórios atualmente. Esse é um dos motivos que fazem da consultoria estratégica uma das soluções mais eficientes em qualquer segmento.

O serviço tem sido cada vez mais utilizado pelas empresas, pois se baseia na orientação de especialistas sobre os melhores caminhos para alcançar os objetivos do negócio com o marketing. Seja a fidelização de clientes, o aumento nas vendas ou o posicionamento de marca, com a consultoria é possível ter um direcionamento claro das ações que devem ser realizadas para alcançar essas metas.

O papel de uma consultoria estratégica de marketing é o diagnóstico dos maiores problemas do cenário atual da empresa, a elaboração de um planejamento alinhado com as metas do negócio e, por fim, a orientação sobre as atividades a serem desenvolvidas.

Mas se você ainda não está convencido sobre a importância de contratar este serviço, conheça a seguir os principais benefícios que esta consultoria oferece para alavancar o seu negócio!

Conheça 5 benefícios de uma consultoria de marketing

1. Aumente o retorno das suas ações de marketing

É bastante comum assistirmos várias empresas que desperdiçam dinheiro e tempo com estratégias ineficazes. O fato é que, com a instrução de um consultor, o risco de cometer equívocos diminui drasticamente. Com isso, as ações tendem a ser mais efetivas e, consequentemente, elas geram maior retorno para o negócio.

2. Tenha um passo a passo para o sucesso

Uma das maiores vantagens em contratar um mentor de marketing é a metodologia que ele traz para ser incorporada à organização. Ter um método faz toda a diferença, afinal, algumas empresas fracassam arduamente por não terem uma metodologia na realização das suas ações de marketing.

Assim, ter um guia a ser seguido facilita bastante a execução e monitoramento de qualquer estratégia.

3. Receba orientação com total autonomia

Outro ponto muito positivo em contratar uma consultoria é o fato de a sua empresa ter liberdade na realização das ações. Isto é, apesar de toda recomendação personalizada de um consultor, o negócio ainda tem  independência no seu dia a dia.

Neste modelo, o negócio recebe todas as sugestões para alcançar resultados expressivos, entretanto, o papel de realizar é sua responsabilidade. Diferentemente do que acontece na maioria das vezes, quando a organização terceiriza também a execução de todas as atividades e perde o controle sobre o marketing.

4. Otimize tempo

Ao contratar uma consultoria, é possível direcionar os seus esforços para outras áreas importantes do negócio. Assim, o seu foco não será direcionado apenas para o marketing, mas também para setores financeiro, administrativo etc.

5. Encontre o cliente certo no momento ideal

A definição de público-alvo era muito eficiente para as estratégias de marketing que visavam atingir consumidores em massa. Atualmente, as abordagens estão mais personalizadas e necessitam de uma descrição mais detalhada sobre a audiência que se pretende alcançar.

Uma consultoria de marketing pode ajudar bastante na criação de uma persona para o negócio. Ou seja, será possível criar um personagem que represente os clientes ideais, mas com base em informações dos clientes atuais. Assim, as chances de atrair as pessoas que têm potencial e interesse em adquirir os seus produtos e serviços são ainda maiores.

Saiba quando contratar uma consultoria estratégica de marketing

Existem algumas situações muito comuns no cotidiano das empresas, que sinalizam quando é o melhor momento para contratar este serviço. Selecionamos as maiores razões que devem levar o seu negócio a começar uma consultoria imediatamente!

O seu negócio está estagnado

Uma das maiores frustrações de qualquer empresa é perceber que está estacionada e não cresce mais. Por isso, quebrar essa zona de conforto e buscar inovação é uma das premissas básicas para impulsionar o negócio. Isso será possível por meio da contratação de um especialista em marketing.

Afinal de contas, esse profissional terá condições de apontar tendências e, inclusive, fornecer informações sobre a concorrência. Dessa forma, será possível ter insights do que pode ser melhorado e aplicado à sua empresa.

Vamos imaginar que a sua empresa tenha um site perfeito, páginas nas principais redes sociais, mas não tem obtido um retorno satisfatório. Um consultor pode identificar que o marketing de conteúdo já não é mais uma novidade, mas questão de sobrevivência no seu setor, por exemplo.

Sendo assim, ouvir especialistas é uma das melhores maneiras de fazer diferente e encontrar várias oportunidades no mercado para se destacar cada vez mais.

Não dispõe de um time completo de marketing

Com a chegada da internet, o marketing digital tornou-se essencial para qualquer marca. Todas as tarefas ligadas ao universo online exigem profissionais multidisciplinares, mas, ao mesmo tempo, muito específicos. Você não pode exigir que uma pessoa responsável pelo design seja um profissional excelente no planejamento estratégico, por exemplo.

Desse modo, ter uma equipe completa e eficiente pode custar muito mais que contratar uma consultoria, que fará toda a parte da construção da estratégia. Com isso, os funcionários ficarão comprometidos apenas com a parte operacional.

Não tem um plano de marketing

Muitas empresas cometem erros terríveis com o marketing porque, ao invés de planejarem com cautela, já colocam a mão na massa. Se não existe um planejamento, tampouco será possível avaliar se a empresa tem resultados positivos ou negativos.

Afinal, para quem não sabe onde pretende chegar, qualquer caminho serve. Portanto, se o seu negócio está agindo sem embasamento estratégico, contratar uma consultoria é o primeiro passo para mudar esse cenário e conquistar resultados incríveis com o marketing!

Apontamos neste artigo as maiores vantagens em contratar uma consultoria e a melhor hora para isso acontecer. No entanto, é importante ressaltar que é preciso ter cuidado na escolha de um fornecedor. Uma agência possui maior infraestrutura que um profissional autônomo, por exemplo.

Por esse motivo, antes de fechar uma parceria como esta, procure avaliar se o fornecedor dispõe de todas as ferramentas disponíveis para oferecer o suporte que a sua empresa precisa para tomar as decisões de marketing.


Agora que você já compreendeu a relevância de contratar uma consultoria estratégica para o seu negócio, que tal começar a sua estratégia? Fale com a Mercatto Comunicação e entenda como podemos ajudar a sua empresa!

6 dicas do que não fazer ao lançar um novo produto ou serviço

6 dicas do que não fazer ao lançar um novo produto ou serviço

 

Michael Porter disse uma célebre frase: “uma empresa sem estratégia está disposta a qualquer coisa”. Pensando nisso, antes de queimar a largada na corrida com a concorrência, é preciso planejar bem para lançar um novo produto ou serviço no mercado.

As ações de lançamento necessitam ser arquitetadas nos mínimos detalhes, prestando atenção em cada passo para que a tática não seja colocada em risco. O plano de comunicação da empresa, a sua presença digital e a maneira como se porta perante os demais faz toda a diferença.

Muitos times de marketing ainda não conseguem compreender o que é preciso para posicionar melhor a marca. Sendo assim, preparamos 6 dicas do que não deve ser feito ao colocar um produto ou serviço para ser vendido. Continue a leitura e confira!

1. Fazer o anúncio no período errado

Já ouviu aquele velho ditado que o apressado acaba comendo a comida crua? Então, quando se trata de construir um planejamento sólido, para que os seus clientes ou potenciais consumidores queiram ouvir falar da sua empresa, saiba que é preciso paciência.

Se a sua equipe teve uma ideia fantástica e você não vê a hora de implementá-la no mercado, entenda que o tiro pode sair pela culatra, pois, dependendo do ramo de atividade do seu negócio, a brilhante ideia pode passar desapercebida, esquecida e copiada pela concorrência em outro período.

Para que possamos contextualizar a cena, imagine que uma empresa y resolve lançar um panetone com recheio triplo, mas em pleno mês de fevereiro. A sazonalidade precisa ser levada a sério, para que não haja desperdício de recursos e o seu ROI não seja prejudicado.

2. Ignorar o que o seu cliente quer

No momento que está sendo desenvolvida a tática para atrair os clientes ou manter os que já estão na base, você deve considerar o que eles realmente esperam dos seus produtos e serviços, caso contrário, a sua empresa pode pagar um preço caro por não prestar atenção no comportamento do público-alvo.

Faça sempre pesquisas de mercado para tentar entender qual é o cenário atual do seu ramo de atuação, saiba quais são as principais características e necessidades das pessoas que querem consumir os seus serviços.

Entenda que uma boa ideia só deve sair do papel se realmente atender as dores das pessoas que consomem esse produto, e não por mera vaidade da empresa. As redes sociais, por exemplo, são boas para conhecer um pouco melhor sobre o que o seu público fala da marca e o que eles esperam em relação às mudanças.

3. Ter ações precipitadas no planejamento financeiro

Antes de qualquer atitude que os times de marketing e vendas possam tomar, verifique quanto há disponível no caixa para colocar essa ideia em prática. Pode parecer um raciocínio meio óbvio, mas com a euforia de achar que descobriu uma mina de ouro, muitas empresas esquecem das despesas.

É fundamental analisar como anda a importância da marca diante do mercado, quais são as suas principais forças e fraquezas, além, é claro, de identificar as ameaças e oportunidades que possam surgir no decorrer do caminho. Se a situação não é das melhores, não invista em projetos com valores astronômicos.

Com base no orçamento que a empresa dispõe, estabeleça qual será o preço atribuído ao produto ou serviço, as formas de comercialização e quanto será o lucro da organização, já excluindo os encargos com impostos e os salários dos funcionários.

4. Desconsiderar as variáveis de mercado

Por mais que esteja tudo certo para o lançamento do produto, o time de vendas já está treinado para prospectar com afinco novos clientes e metas de forma bem distribuídas. Nada disso dará certo se a empresa simplesmente deixar de lado as possibilidades que podem acontecer.

Em uma palestra sobre o “Day 1” da empresa Cacau Show, o empresário Alexandre Tadeu da Costa contou que quase teve um enorme prejuízo logo de cara. Ele prometeu uma quantidade de ovos de páscoa, mas não contava que, durante o processo, sua matéria prima acabaria e precisaria fazer um verdadeiro malabarismo para lançar seus produtos nos prazos certos.

Esse tipo de situação jamais pode acontecer, por isso sempre tenha em mente que se alguma fatalidade ocorrer, seja a queda do bolsa ou o fechamento de um fornecedor, crie um plano B para ocasiões de contingência.

5. Esquecer do ciclo de vida do produto

Assim como os seres vivos — que nascem, crescem, amadurecem e morrem —, os produtos possuem a mesma característica, isto é, uma espécie de ciclo que vai determinar até quando uma empresa pode continuar comercializando e fazendo ações promocionais.

Quando é feito o lançamento de um produto, espera-se a aceitação do público e o crescimento nas vendas até a estabilização no mercado. O declínio vai depender muito de como está a estratégia de comunicação da empresa e o quanto ele é necessário para o caixa, afinal, ninguém quer perder tempo descascando um abacaxi, não é mesmo?

Acelerar o processo de incluir um novo produto na praça pode gerar o fenômeno da canibalização no marketing, quando a safra atual acaba apagando a importância do que era feito antes. A Hyundai, por exemplo, quando lançou seu HB20, viu a queda repentina das vendas do i30, outro grande modelo da marca.

6. Querer o primeiro lugar sem pensar

Um dos objetivos que as organizações procuram é aumentar o percentual que possuem na fatia de mercado, pois pode ser de extrema relevância para a sobrevivência de uma empresa diante das várias ameaças que possam surgir no caminho.

No entanto, a busca desenfreada para ser o primeiro lugar ou por conquistar territórios pode desenvolver um risco desnecessário. Isso porque lançar um produto ou serviço achando que será inovador, acaba dando margem para a concorrência melhorar a sua ideia e estourar em vendas.

Não queira apenas vencer a corrida com os demais competidores, repare apenas na sua raia, naquilo que a sua empresa pode ser melhor para atender às expectativas dos clientes. Muitas vezes, aperfeiçoar uma prata da casa pode ser mais vantajoso do que explorar novos patamares.

Por fim, para não cometer os erros citados ao lançar novo produto, você precisa idealizar um bom plano, aproximar-se do seu público-alvo e entender que uma marca de sucesso sabe o momento exato de posicionar as peças para vencer.

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